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O que é logística reversa?

18/02/2015



 


A logística inversa, conhecida também por reversível ou reversa, é a área da logística que trata, genericamente, do fluxo físico de produtos, embalagens ou outros materiais, desde o ponto de consumo até ao local de origem. Os processos de logística inversa existem há tempos; entretanto, não eram tratados e denominados como tal. Como exemplos de logística inversa, temos: o retorno das garrafas (vasilhame), a recolha / coleta de lixos e resíduos recicláveis. Atualmente é uma preocupação constante para todas as empresas e organizações públicas e privadas, tendo quatro grandes pilares de sustentação: a conscientização dos problemas ambientais; a sobrelotação dos aterros; a escassez de matérias-primas; as políticas e a legislação ambiental.


A logística inversa ou reversa aborda a questão da recuperação de produtos, parte de produtos, embalagens, materiais, de entre outros, desde o ponto de consumo até ao local de origem ou de deposição em local seguro, com o menor risco ambiental possível. Assim, a logística inversa trata de um tema bastante sensível e muito oportuno, em que o desenvolvimento sustentável e as politicas ambientais são temas de relevo na atualidade.


Fonte: ECO4U (Brasil). O que é logística reversa? 


 

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Invento promissor que poderá auxiliar na coleta de resíduos de diferentes tipos é desenvolvido por estudante de Joinville.

12/02/2015



Foto: Leo Munhoz / Agencia RBS


 


 


As lixeiras coloridas utilizadas na coleta seletiva de lixo podem estar com os dias contados se depender de uma invenção de um joinvilense de apenas 22 anos. 

Carlos Henrique Corrêa, aluno do curso de engenharia de computação da UniSociesc, em Joinville, criou um sistema que reconhece de que tipo de material (metal, plástico ou vidro) é feito o resíduo que está sendo descartado.

Com a identificação, o lixo é encaminhado ao seu destino correto. O projeto foi desenvolvido para o trabalho de conclusão de curso (TCC) de Carlos Henrique, mas chama a atenção por propor uma alternativa promissora de automatização do processo de separação de lixo para posterior reciclagem, com potencial aplicação em empresas e grandes cidades.

Carlos Henrique se debruçou sobre a ideia ao longo de um ano. Foram muitas pesquisas e estudos até que um _ e único até agora _ protótipo da lixeira automatizada ganhasse forma. É bem verdade que este primeiro modelo, ainda sem um nome oficial, não salta aos olhos à primeira vista: trata-se de uma caixa de papelão revestida de plástico com alguns furos, um arame e várias tiras de fita adesiva.

Mas o que vale, neste caso, é o conceito, e não o design. O funcionamento é simples. Primeiro, o resíduo é colocado em uma espécie de bocal. 

Depois, um dispositivo conectado a qualquer fonte de energia _ pilhas, tomada, notebook e até bateria de celular _ é acionado. Uma pequena corrente de metal começa a girar e a fazer contato com o objeto que vai para o lixo. Um sensor identifica o som gerado a partir desse atrito e "descobre" qual é o tipo de material que está sendo jogado fora. Por fim, uma plataforma se abre e o lixo cai no seu destino.


 


Busca, agora, é por parcerias


Com o projeto recém-aprovado no TCC, Carlos Henrique agora busca apoio para modernizá- lo e aprimorá-lo. A própria direção da UniSociesc já manifestou interesse no trabalho, revela Luiz Carlos Camargo, orientador do estudante.



Para o professor, o conceito de lixeira automatizada tem grande potencial para ser aplicado em estabelecimentos comerciais, como em casas noturnas, por exemplo, onda há um grande descarte de garrafas de plástico e de vidro e latas de metal.

_ Neste caso, uma lixeira única, maior é claro, faria a separação do tipo de material automaticamente, muito mais rápido do que se o trabalho fosse manual _ compara.



Inspiração em competição americana


A inspiração para a criação da lixeira automatizada surgiu quando Carlos Henrique assistiu a uma competição americana de robótica. 

Ele admite que a utilização de sensores para reconhecer o tipo de material de um objeto não é exatamente uma grande descoberta, mas garante que são poucos os dispositivos que fazem isso apenas por meio do som. Pelo menos ele não conhece nenhuma iniciativa do gênero em Santa Catarina.

A primeira ideia do estudante foi criar um sistema de baixo custo. Para desenvolver o protótipo, ele gastou cerca de R$ 100. Grande parte deste valor foi aplicada no sensor de reconhecimento, que é relativamente simples comparado ao que já existe.

Apesar deste primeiro modelo separar apenas metal, plástico ou vidro, é possível aprimorá-lo para reconhecer outros tipos de materiais, como madeira, papel e até lixo orgânico.

_ Há várias aplicações a partir do conceito _ garante o jovem estudante.


 


Fonte:MACHADO, Pedro. Estudante de Joinville cria lixeira que reconhece o tipo de resíduo descartado e o encaminha ao seu destino correto.


 


 


 


 

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Percepção ambiental: o problema dos resíduos sólidos

10/02/2015



 


O problema dos resíduos sólidos não é algo recente. No entanto, a situação se agrava com o crescimento exacerbado da população e com a adoção de um estilo de vida caracterizado pela produção e consumo cada vez mais excessivo. No cenário nacional o assunto tem ganhado destaque nas últimas décadas, principalmente com a criação da Lei 12.305/10 que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos. 


Perante esta situação, é interessante conhecer a percepção ambiental dos atores sociais em relação ao problema dos resíduos sólidos. Uma vez que a percepção ambiental permite compreender as inter-relações entre o homem e o meio ambiente, as expectativas, as atitudes, as satisfações e insatisfações com o ambiente em que ele vive. Partindo desta perspectiva, foi realizada uma pesquisa com os alunos dos cursos técnicos em Química, Redes e Logística, além dos cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC’s) do Centro de Educação Profissional de Anápolis (Cepa). O intuito do questionário foi verificar, a partir de conhecimentos adquiridos durante a vida dos participantes, a percepção em relação ao tema, abordando questões como a diferença entre os termos lixo e resíduos sólidos, os conceitos de reciclagem e coleta seletiva, a forma correta de separação do lixo doméstico, o destino dos resíduos sólidos, os impactos causados pela destinação inadequada e os comportamentos que podem ser praticados visando à minimização de tais impactos.


Os resultados obtidos demonstraram que os participantes possuem pouco conhecimento sobre a diferença entre os termos lixo e resíduos sólidos. Percebeu-se também que eles possuem dificuldade quanto aos conceitos de reciclagem e coleta seletiva. Quanto à separação dos resíduos sólidos domésticos, apresentam dificuldade em citar de forma correta materiais que devem ser depositados no lixo reciclável e no lixo orgânico. Nota-se que, quanto à destinação final dos resíduos sólidos na cidade de Anápolis, a grande maioria conhece a existência do aterro sanitário da cidade e dizem ser a forma mais adequada de destinação final. Os participantes possuem percepção ambiental acerca de alguns problemas causados pelos resíduos sólidos, tais como contaminação da água e do solo e entupimento de bueiros e apontam atitudes como não jogar lixo nas ruas, separação de resíduos domésticos para a coleta seletiva e reutilização como comportamentos que podem contribuir para minimizar tais problemas. Entretanto, não há, de forma concreta, a prática de tais atitudes. De modo geral, ao longo de toda a pesquisa, ficou demonstrado que a percepção ambiental acerca do problema dos resíduos sólidos é parcial e limitada. 


Diante disso, é imperativo o surgimento de programas de educação ambiental, visando à conscientização e o conhecimento sobre a problemática dos resíduos sólidos, permitindo que o indivíduo reconheça a importância da mudança de hábitos e sinta-se parte integrante de todo o sistema que envolve esta questão, não apenas como gerador de resíduos, mas também como corresponsável pela redução, separação e destinação correta.


FONTE:TATIANE DE SOUZA AVELAR (Brasil). Diário Manhã.  

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